6 hábitos que estão a sabotar o seu negócio

Acredito que conhece a definição de “hábito”, mas mesmo assim partilho uma explicação: “Hábito – é o acto ou efeito de praticar algo; é a maneira de proceder; é a disposição adquirida pela repetição frequente de uma acção (genericamente chamado de rotina).

Pois é, por causa da rotina diária que todo empresário vai adquirindo na gestão do seu negócio, sem dar por isso, cria novos hábitos que, passado um tempo, começam a ter influência negativa no negócio. Na maior parte das vezes, quando dá por isso, o negócio já está a correr mal, e tenta tudo para reverter a situação investindo mais dinheiro e muito tempo a ressuscitar um negócio já fadado a morte.

É uma verdade que todo empresário quer saber o que deve ser feito para ter sucesso. Muitas vezes acreditar que só se consegue atingir o sucesso com a adição de mais lições, mais truques, mais inspiração, mais , mais estratégias, mais comprimidos, ou até mesmo mais trabalho irão adicionar mais bem-estar a sua vida de empresário.

Mas e se ao invés de adicionar, aplicar a subtração?

Os hábitos que apresento a seguir, são uma compilação breve dos vários temas que trato com os meus clientes de . Se identifica algum destes hábitos com algo que está a acontecer na sua empresa, marque uma conversa comigo. Acredite no potencial do como uma ferramenta de crescimento pessoal e empresarial.

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Eis então os seis hábitos que pode subtrair da sua vida profissional.

Hábito nº 1 – Preocupar-se com tudo e com nada

Segundo o dicionário preocupação é um “Estado de um espírito ocupado por uma ideia fixa a ponto de não prestar atenção a nada mais.” Preocupar-se em demasia é a negação da realidade. É uma exigência que tudo seja do jeito que quer. É uma tentativa de controlar o que está fundamentalmente fora do seu controle.

Não quero dizer que o contrário é o certo. O que deve fazer é trabalhar para se tornar mais consciente do seu hábito de preocupação. No fundo é questionar:

  • Estou a resolver o problema da forma mais produtiva ou a fazer uma “tempestade em copo d’aqua”?
  • Qual é a origem desta minha preocupação? Consigo controlar?
  • Que benefícios obtenho se relevar um pouco mais?

Recordo-me um ditado que diz: “Deus, conceda-me a serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, a coragem de mudar as coisas que posso e a sabedoria de saber a diferença.

Hábito nº 2 – Acreditar que resolve tudo sozinho

Tenho um mantra pessoal (que muita gente conhece, mas que para mim, é fundamental) para a minha vida. Ele diz “se quero ir rápido, vou sozinho. Se quero ir longe, vou acompanhado”.

Quando começa a lidar com dificuldades para progredir e para ultrapassar crises, é normal isso criar sentimentos de tristeza, desanimo, sensação de abandono, paralisia ou desamparo.

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Nestes momentos, na verdade, o que precisa e de pessoas que o ajude e dê apoio. Precisa de alguém que lhe dê uma visão “fora da caixa” sobre como potencialmente resolver os seus problemas, que ouça atentamente a sua história, compartilhe a sua dor e questione sobre hipóteses de solução até então não pensadas por si.

Quando esconde a dor, se isola e tenta resolver tudo sozinho, joga fora o mais poderoso antidepressivo conhecido pelo homem – o apoio de pessoas que se preocupam consigo.

Embora seja totalmente natural esconder-se e isolar-se quando estiver com dor ou sofrimento, a minha sugestão é que faça justamente o oposto. Avance e procure ajuda.

Hábito nº 3 – Evitar os conflitos que ajudam a avançar

Desde criança que lidamos com conflitos. Todos os dias em todos os lados é confrontado com todos os tipos de adversidades, mas quero focar os que enfrenta no seu negócio. Vejamos alguns exemplos:

Um cliente reclama do seu produto e não tenta entender o “cerne” do problema. Pede logo desculpas e envia outro a substituir.

Um colega pede que largue tudo para o ajudar numa tarefa “importantíssima” (para ele claro) e como não sabe dizer “não”, larga tudo e vai ajudar. O seu trabalho fica todo atrasado.

Um fornecedor importante para a impulsionar o seu negócio atrasa a entrega, põe em causa o futuro da sua empresa e você aceita numa “boa” e só pede que, por favor, isso possa ser evitado no futuro. Porém ,já é a quarta vez que isso acontece.

Um potencial cliente lhe dá a entender que está interessado em fazer negócio consigo, mas para avançar terá que baixar o preço em 60%. Sem nenhuma contrapartida ou negociação e com medo de perder o negócio avança com o desconto e vende a um preço abaixo do custo somando prejuízo.

Podia dar mais exemplos mas acredito que estes já são suficientes para suportar a ideia generalizada que alguns têm que se defender a sua posição pode ser visto como agressivo, inconveniente ou mesmo rude.

Assim sendo, para tentar criar um ambiente de paz (podre) assume uma atitude de passividade, aceitabilidade, calma e, em geral, deixa as coisas “irem ao sabor do vento” (o que geralmente é apenas um eufemismo para ser um capacho).

Mas há um caminho intermédio entre ser um capacho passivo e um valentão agressivo (ou passivo-agressivo): Pode escolher ser assertivo. A é a capacidade de defender os seus próprios desejos, necessidades, ponto de vista e valores. Significa pedir o que quer e dizer “não” ao que não quer de uma forma clara, respeitosa, directa e honesta. Pratique e verá que dará excelentes resultados.

Hábito nº 4 – Ter um diálogo interno brutalmente negativo e crítico

Isso do diálogo interno, por vezes até pode parecer coisa de gente doida, mas não é. Acredite. Toda gente tem um momento de diálogo interno onde faz comentários sobre tudo o que se passa na própria cabeça, desde os sapatos que irá calçar, a roupa que vai vestir e o que o seu cliente irá pensar sobre o seu novo corte de cabelo.

Digamos que é o grilo-falante, o narrador interno que descreve constantemente a história da sua vida à medida que ela se desenrola. Infelizmente, muitos ignoram o lado positivo deste diálogo interno e assume um diálogo interno extremamente crítico e brutalmente negativo.

Agora, imagine que está sentado a frente de um cliente muito importante e fala com ele da mesma forma crítica e bruta como faz consigo. Acha que este cliente irá continuar a querer fazer negócios com a sua empresa?

A razão pela qual algumas pessoas assumem o diálogo interno duro e negativo é porque foram ensinados, quando crianças, que ser “duro” consigo mesmo era motivador, era a melhor maneira de se forçar a ser disciplinado e fazer as coisas acontecerem.

Hábito nº 5 – Deixar ser dominado pelo stress

Existe uma crença generalizada que o stress é o mal do século XXI. Toda a gente acorda estressada, passa o dia inteiro estressado e chega a casa ao final do dia estressado. Até mesmo o sono é estressado.

Agora pior do que estar sempre estressado é achar que isso é assim mesmo e que é preciso encontrar a fórmula certa para aprender a “gerir” este stress.

“Gerir” não é uma solução, isso é mentira. Tentar gerir o stress é como aplicar um adesivo rápido sobre uma ferida muito profunda. Não serve de nada, não vai curar nada.

Deve antes analisar cuidadosamente sobre quais são as verdadeiras causas do stress. Onde está a sua origem? Se está constantemente estressado, a solução a médio prazo é identificar a causa real do stress, não a sensação.

Sou um defensor que o Coaching é uma excelente forma de trabalhar na identificação das causas do stress para encontrar formas de resolução.

Hábito nº 6 – Achar que é o único que tem razão

Isso beira quase o limite da estupidez, principalmente quando estamos a falar de negócios. O pior que pode acontecer a um empresário é demonstrar arrogância sobre a forma como os outros olham, avaliam e falam sobre o que vende. Não vale a pena alongar-me muito neste hábito. Sugiro que leia este artigo que escrevi em 2013 e que continua bem actual: Dicas para nunca perder uma venda. Recomendo a leitura para compreender melhor como eliminar este hábito.

Conclusão final

Quanto mais rapidamente conseguir eliminar estes hábitos do seu perfil profissional, mais fácil será conseguir potenciais clientes a fechar mais negócios. Se depois de ler este artigo quer conhecer como posso agir de forma positiva na sua empresa ou nos colaboradores da sua empresa, o primeiro passo é agendar uma conversa comigo sobre como poderei ajudar.

Coaching não é para quem precisa. É para quem quer ser melhor!

Muito obrigado por ler o meu artigo.

Pense nisso!

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Coach Wilques Erlacher

ACC Coach Credenciado pela ICF. Especializado em Coach de Desenvolvimento & Metafórico e Presidente do Conselho Fiscal da ICF Portugal. Há mais de 20 anos que trabalho em funções relacionadas com Marketing, Vendas Corporativas, Desenvolvimento de Negócios, Gestão de Clientes, Formação, Mentoria e Consultoria em Vendas. O meu lema é: “Coaching não é para quem precisa, é para quem quer ser melhor” Os meus contactos são: email: we@wilqueserlacher.com || Skype: w.erlacher || Tel: +351 932 558 558