Está preparado para o novo normal?

Está preparado para o novo normal?

hoje não partilho ideias para superar a crise. Trago algumas ideias sobre como você, que me lê neste momento, pode ser um membro activo para ajudar outros a superarem esta crise em potencial. Acredite que tudo o que fizer, vai retornar em dobro para si. Falo disso na primeira pessoa e por experiência própria.
Eis as minhas sugestões e pensamentos, em ordem de importância do meu ponto de vista.

Capítulo II – O dia seguinte

Capítulo II – O dia seguinte

Quando ia a caminho do prédio onde trabalho sinto o telemóvel tocar na mala. Paro e começo a procurar o desgraçado do telemóvel que mais parece desaparecer dentro das coisas que tenho na mala. Lá o encontrei, olhei para o número e não conheci a origem. Atendi e do outro lado uma voz feminina se identificou como sendo do secretariado da EAME e perguntar-me se era a Srª Maria Conceição Martins. Vinha a caminhar e de repente estanquei no meio do passeio. O coração começou a acelerar o batimento e com a voz meio engasgada disse “Olá. Sim sou eu. Em que posso ajudar?”

Quem não se comunica, se trumbica!

Quem não se comunica, se trumbica!

Quem não se comunica, se trumbica!
Alguns podem se lembrar, mas poucos tiveram o privilégio de o ver trabalhar. Nos anos 70 houve um personagem na televisão brasileira, chamado “Chacrinha”, que entre tantos feitos, tinha frases que ficaram eternizadas no léxico brasileiro. Uma destas frases, é justamente o título deste artigo.
Não se preocupe. Não irei escrever nada relacionado com o personagem, mas sim sobre a importância da comunicação para quem tem o seu próprio negócio e como esta comunicação influencia a tomada de decisão do comprador.

Os 7 pecados mortais nas vendas

Os 7 pecados mortais nas vendas

Os 7 pecados mortais nas vendas
Todos conhecem os 7 pecados mortais: Soberba, Avareza, Luxúria, Inveja, Gula, Ira e Preguiça. Os conceitos incorporados no que se conhece hoje como os sete pecados mortais tratam de uma classificação de condições humanas conhecidas atualmente como vícios, que precedem o surgimento do cristianismo, mas que foram usadas mais tarde pelo catolicismo com o intuito de educar os seguidores, de forma a compreender e controlar os instintos básicos do ser humano e assim se aproximar de Deus.