Sabe gerir a sua popularidade social?

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Com o advento das redes sociais nunca foi tão fácil criar uma rede de contatos tão alargada como agora. Para nós que estamos envolvidos em funções de vendas, já não precisamos nos preocupar somente em colecionar cartões dos nossos clientes ou conhecidos dentro da nossa região. Agora podemos conhecer pessoas dos confins da Austrália até ao Iapoque sem ter que despender muita energia.

Parei para dar uma olhada no número de pessoas que tenho na minha rede de contactos. Conto atualmente no Linked In com 1917 contatos diretos, faço a gestão do grupo Venda Melhor que tem hoje 5670 membros e no Facebook estou ligado a 532 amigos. Para muitos dos que estão a ler este artigo estes números são insignificantes. Provavelmente terão entre 3 a 100 vezes mais contatos do que eu em cada uma das redes indicadas. Mas para mim que além de trabalhar como vendedor sou membro da Associação Portuguesa dos Profissionais de Vendas, vejo estes 8100+ contatos como potenciais clientes da Saphety e/ou associados da OV-APPV. E você sabe para que servem os seus contatos.

Como já disse, este número para mim é um enorme potencial, pensar que cada um destes contatos é um potencial influenciador de novos contatos, pode criar uma rede de dimensões histórica. Aliás, uma vez li um artigo que baseado na atual rede de contatos cibernéticos, estamos somente a 6 conexões de nos ligar a qualquer outra pessoa no mundo.

Infelizmente não posso dizer que o fato de ter 8100+ seja positivo, pois já tive a experiência de encontrar uma pessoa que tenho ligada no Linked In e quando a cumprimentei ela olhou-me nos olhos e perguntou-me de onde nos conhecíamos? Respondi que estávamos ligados pelo Linked In e a resposta que tive, foi: “Ah! sabe, é que tenho mais de 10.000 contatos nesta rede e aceito os convites sem ligar nada a isso. Enfim, são os custos de ter um perfil com a palavra CEO no título profissional.” Fiquei muito impressionado com a resposta e isso fez-me pensar que o mesmo acontece comigo. Tenho recebido pedidos de conexão de dezenas de pessoas, mas são muito poucas as que eu REALMENTE conheço. Provavelmente estas mesmas pessoas estiveram num mesmo evento que eu, talvez estivemos sentados lado a lado e não sabíamos quem eram quem.

Gerir uma rede de contatos não é uma função simples. Conheço alguns excelentes profissionais de networking que ensinam formas exemplares para gerir os contatos e fazer os mesmos renderem novos negócios. Existem aplicações que permitem gerir estas relações, mas todas elas necessitam que apliquemos várias horas a parametrizar, cuidar e manter atualizada para tirar algum partido. Mas sinceramente, por mais aplicações que existam, por mais contatos que eu tenha ligado, como é que posso transformar esta minha rede em negócios? Acredito que muitos do que me pediram ligação, se eu lhes enviar uma mensagem ou mesmo o encontrar num local qualquer, irão portar-se exatamente como o CEO que falei mais acima.

Não sou um especialista em gestão de contatos. Não tenho a fórmula mágica para vos apresentar para gerir melhor a sua rede. Mas uma coisa que sei que é importante é fazer com que os meus contatos, saibam quem eu sou. Como? Contribuindo com artigos, participando em discussões que são colocadas nos grupos de contatos que pertenço, muito dos contatos que aderem ao grupo Venda Melhor, vieram porque todas as semanas publico o anúncio do artigo semanal em mais de 20 grupos relacionados com vendas no Linked In e no Facebook. Dou conselhos, vou mais além da simples participação “fantasma” (entrar, ler os artigos e ir-se embora sem nada a acrescentar) e deixo o meu comentário em artigos que acho que tenho algo a acrescentar com o meu conhecimento.

Gerir um grupo que fala sobre vendas no Linked In é uma tarefa complicada. Todos estão atrás do mesmo osso, ou seja, procuram publicitar o seu negócio ou a sua excelente forma de ensinar. Verdadeiros “pescadores” (deixa-me falar bem de mim para ver se alguém compra e me contata). São dezenas de posts todos os dias com publicidade ao seu negócio ou a tentar vender um produto milagroso para resolver qualquer problema.

Muito do que consegui até hoje, foi justamente porque contribui mais do que pedi em retorno. Isso deu-me “alguma” visibilidade e fez-me conhecer pessoas que tinha como “inatingíveis” mas que afinal não eram. O que fiz? Primeiro mantive sempre uma postura de não tentar pescar nada nas redes sociais. Não vendo nada aqui. Partilho a minha paixão pelas vendas com algumas ideias. Alguns gostam, outros abominam e para outros sou completamente indiferente. Fazer negócio é para mim uma arte de olho-no-olho. Sou daqueles que acredita que a venda precisa de um cunho humano para acontecer e criar relações comerciais duradouras.

Usei a rede para conhecer pessoas? Sim. Por estar ligado no Linked In, já pedi reuniões com pessoas da minha rede e algumas aceitaram e outras nem sequer responderam. Descobri neste segundo caso que era mais um dos 10.000 contatos que alguém tinha.

Também conheci pessoas na minha rede de contatos que viraram meus amigos. Pessoas que se não fossem as redes sociais, não saberia que existiam e que partilhavam a mesma paixão que tenho pelas vendas. Algumas delas são meus colegas de Direção na OV-APPV, outras, depois de mais de 3 anos a nos falarmos pela net, conhecemo-nos pessoalmente e iremos fazer negócio.

Existem pessoas na minha rede que nunca irei conhecer, mas acredito que com o meu contributo semanal e com o insistir que elas se pronunciem, ficaremos todos a conhecer um pouco mais delas.

Uma característica que também nutro na minha rede de contatos é não aceitar qualquer convite só porque eu estou na rede. Mantenho ligações linguísticas, de grupo, de trabalho e aproximação de gostos e interesses. Não aceito ligações de pessoas do Bangladesh, Afeganistão, India ou de países que sei que não tenho a menor ligação. Também há que ter alguma regra. Para que eu preciso ter o Barack Obama ou a Dilma Roussef na minha rede se não me servem para nada!

Se gostou deste artigo e reconhece que a partir desta informação aprendeu mais alguma coisa, eu adoraria compartilhar informações mais detalhadas com você e/ou qualquer outra pessoa que você possa pensar que irá beneficiar se conhecer a minha Fórmula que muda a forma de vender.

E é isso. Para a semana trago um novo tema para um artigo que o vai ajudar a vender mais. Só me resta dizer uma coisa: Muito obrigado, pense nisso e boas vendas.

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Eu sou contra o novo acordo ortográfico.

Provavelmente quem inventou esta frase, trabalhava na área das vendas. Porque? Porque estamos a chegar…

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